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terça-feira, 2 de junho de 2015

Cadê minha tristeza?


Um amigo me indicou um livro que só pelo título já quis sair correndo para comprar (porém, ainda não comprei). É um livro do Rubem Alves, chamado Ostra feliz não faz pérola. Não tive tempo de dar uma pesquisada sobre o livro ou ler alguma resenha, mas parei um pouco para pensar nesse título.
Ando tão feliz com as coisas que estão acontecendo e tudo que estou conseguindo realizar, que agora vejo que não estou com tempo para ficar triste. Aquela tristeza que me apertava tanto quando sentia falta de algo que nem conseguia imaginar o que era.
Percebo que minha escrita era mais largada, eu escrevia o que me vinha do coração. Hoje, a organização e o cálculo tomam frente nesse processo pouco usado ultimamente.
Sinto saudade. Sinto falta.
Já disse aqui que só sei ficar nas extremidades e isso é realmente verídico. Queria aprender a controlar isso, gostaria que ficasse tudo bem e que também saísse mais rabiscos de mim.
Cadê a dose de tristeza que todos têm? Essa dose que nos faz seguir em frente e transformar a sobrevivência?

Cadê a minha tristeza?

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Primeiro mês de faculdade


O dia de ontem foi quase uma data comemorativa. Ontem completou um mês que estou na faculdade. Parece que ainda não dá para acreditar, mas estou muito feliz! Para quem não sabe, estou cursando Comunicação Social na Universidade do Estado de Minas Gerais na minha cidade.

É algo totalmente novo e diferente. Estar em um lugar que você não tinha o costume de ir e encontrar pessoas com culturas totalmente diferentes da sua, é tanto assustador quanto engraçado. Cada dia teve um desafio diferente, como ter pouco tempo para arrumar e lanchar e, às vezes, ter que quase correr atrás do ônibus. Mas foram dias especiais, e acho que vou lembrar desse sentimento "novo" por muito tempo ainda. Além disso, estou me adaptando a uma nova rotina que é bem diferente da que eu tinha antes. Não gosto mesmo de rotina, mas ainda não consegui dormir o suficiente depois dessa mudança (outro dia falo mais sobre isso).

A primeira semana pode ser resumida em "frio na barriga". Primeiro dia foi trote e, na real, eu e todo mundo estávamos parecendo massa de bolo sem bater. Leite vencido, farinha, iogurte vencido, fubá, sardinha, óleo, ovo... Ah, e tinha a pinga. No outro dia, mal conseguia andar direito porque fomos obrigados a andar uns dois km de elefantinho. Enfim, essa é a integração que meus amados veteranos prometeram que teríamos. Depois, mergulhei de cabeça nesse novo mundo, porque é pra isso que eu estou lá, quero aprender tudo que tenho direito.

Assim que passou a fase assustadora, começou a ser gostoso descobrir tanta coisa diferente, fazer amizade com o pessoal da minha sala e discutir sobre o que é bolacha e o que é biscoito. Já cantamos muito no karaokê de terça-feira, comemos brigadeiro demais e estamos atolados de fichamentos para fazer. Conhecemos professores escrotos e professores legais. E até agora, a matéria que estou mais gostando é Redação Jornalística, apesar de querer partir para a área da publicidade.

O primeiro mês passou e já estou me acostumando com a ideia de que não vou conseguir ler todos os livros que queria ler esse ano e que não irei comprar nenhum. Não sobra tempo para eu fazer muita coisa, mas espero conseguir conciliar tudo isso mais o tempo com meu namorado e amigos para dar tudo certo! haha

@angela.guidi
Agora vi para quê realmente existe feriados prolongados: para dar tempo de ler todos os livros e fazer todos os trabalhos da faculdade. E é o que vou fazer agora. 


Au revoir.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Trabalhando no que gosto

Via Google

Já desisti de dizer que vou voltar com mais frequência, ainda mais agora que comecei realmente a faculdade. Não contei, né? Depois de passar um pouco de raiva no trote e dormir com a frase "bixo é burro, veterano é foda" na cabeça, finalmente as aulas começaram.

Uma pequena onda de terror no quarto dia de aula e já deu para imaginar o que há por vir.

Enfim, são palavras para outro texto. Voltando ao título, hoje faz dois meses que saí oficialmente da vida "à toa" que eu tinha. Estou trabalhando com uma fotógrafa (clique aqui para conhecer o trabalho dela! haha) e estou aprendendo muitas coisas legais em relação à fotografia e está sendo fascinante para mim. Estou observando o mundo com um olhar diferente e sempre pensando "isso daria uma boa fotografia". Sempre gostei, mas nunca imaginei trabalhar com isso. Minha ideia inicial era (e ainda é) trabalhar com editora (livros, revistas), mas essas câmeras estão ganhando espaço dentro de mim.

Minha visão nos ensaios (foto tirada do celular)

Por enquanto, sou assistente, cuido da parte de diagramação de álbuns e, às vezes, escolho mais algumas fotos para colocar no álbum e deixá-lo com uma história mais bonita. Mas logo (eu espero) vou começar a fotografar alguns eventos menores para ela.

Enfim, vim aqui apenas para compartilhar minha felicidade. Outro dia volto e conto mais da faculdade.

Au revoir.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Você, apenas você


Eu costumava imaginar que amaria uma pessoa que me trouxesse o que tem de melhor para mim. Paz, conforto e que me aceitasse exatamente como sou.
Aí eu conheci você.
E você não me trouxe nada disso. risos
Ao invés de paz, você me trouxe novidades, um mundo diferente do qual eu achava conhecer. Ao invés de conforto, você trouxe uma nova forma de pensar, sentimentos e lugares para conhecer. E, ao invés de me aceitar como sou, você me fez descobrir que eu posso ser muito melhor.
Mesmo tendo gostos parecidos, somos muito diferentes um do outro. E mesmo sendo uma frase bem clichê, é exatamente isso que deixa tudo perfeito.
O "normal" seria que eu desejasse de todo o meu coração que você nunca mude, que você continue sendo essa pessoa que eu amo. Mas, na verdade, quero que a cada nova fase da nossa vida, você continue mudando, porque assim você continua mudando minha vida e me tornando melhor.



Obs: Obrigada por esses três anos juntos, foi tudo maravilhoso!
Obs2: A qualidade da foto não importa. Vlw Flw.